Construtores europeus querem evitar multas de CO2

Cientes que poderão não conseguir alcançar as metas de emissões de CO2 que entrarão em vigor em 2020 – e que obrigarão a uma média de 95 g/km -, os fabricantes europeus de automóveis estão a pedir ajuda dos governos.

No entender de Erik Jonnaert, o responsável máximo pela ACEA, associação representa 15 construtores mundiais com fábricas na Europa e que tem uma função de lóbi da indústria junto da União Europeia, citado pela Reuters, considera que a quebra das vendas do Diesel e o investimento lento em redes de abastecimento de carros elétricos está precipitar esse cenário pessimista. Face a esta não conformidade, os construtores, cuja média atualmente se situa nos 130 g/km de CO2, enfrentam uma multa que poderá atingir várias centenas de milhões de euros. Carlos Tavares, o CEO da PSA, diz que estas penalizações devem ser suspensas até existir uma rede de carregamentos capaz. Neste momento, a ACEA está a negociar uma nova meta que implicará uma redução de 20% ao todo nos níveis de CO2, em vez dos 40% inicialmente traçados.

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