Mercedes-AMG EQR será novo modelo elétrico de topo

Mercedes-AMG GLR

Previsto para 2025, o SUV de formato coupé resultará da sinergia entre a AMG e a EQ.

Antes de sair da Mercedes-AMG para a Aston Martin, o projeto mais ambicioso que Tobias Moers deixou na forja foi o EQR (que também poderá vir a chamar-se GLR). Segundo avança a Car Magazine, trata-se de um novo modelo de referência da família de elétrico EQ com lançamento previsto para 2025. Visualmente, o EQR será um SUV de formato coupé que evoluirá a partir da estética do EQC, embora mais “insuflado” e com proporções diferentes – uma vez que será feito com base numa plataforma específica para modelos elétricos. De certa forma, o EQR é um sucessor espiritual do Classe R (que misturava o conceito de monovolume com limusina de sete lugares, lançado há 20 anos).

O Mercedes-AMG EQR contará com um pack de bateria de 105 kWh de capacidade com um overboost de 20 kWh. As novas células da bateria feitas sem grafeno e arrefecidas a líquido permitirão carregamentos rápidos a 350 kW. Tal como seria de esperar num modelo com selo da AMG, o EQR contará com um trio de motores elétricos de 250 kW/340 cv para um total de 1020 cv e 1350 Nm. A movimentar as rodas da frente existirá uma caixa de uma velocidade e atrás uma caixa de duas velocidades – ao estilo do Porsche Taycan.

Antes do EQR, a Mercedes-Benz apostará numa gama transversal de SUV da família EQ. Na base da gama surgirá o EQA, uma versão elétrica do GLA, a desvendar no arranque do próximo ano. A este estão já confirmados o EQE, o EQS (o equivalente ao Classe S no formato SUV) e uma derivação elétrica do Classe G. O responsável de pesquisa e desenvolvimento, Markus Scäfer, diz que “vamos trazer a experiência de luxo para o mundo dos carros elétricos e conectados e, ao mesmo tempo que expandiremos o portefólio eletrificado para uma participação de mais de 50% das vendas globais até 2030, o nosso investimento no desenvolvimento de motores a combustão diminuirá rapidamente e o número de variantes de motores de combustão irá cair 70% até 2030”.

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