O renovado citadino passa a contar com o mesmo sistema “full hybrid” do Yaris, com base num motor 1.5 de quatro cilindros a gasolina.
A Toyota atualizou o Aygo X, apostando numa mudança estética, mas sobretudo ao nível da propulsão. Agora, o carro mais pequeno e mais barato da marca nipónica adota o mesmo sistema híbrido presente no Yaris, feito com base na mesma plataforma. Em causa está um “full hybrid” que conta com um motor 1.5 de quatro cilindros a gasolina naturalmente aspirado a debitar 116 cv. Assim, o citadino de tração dianteira passa a cumprir 0-100 km/h em pouco menos de 10 segundos, uma melhoria substancial face aos 14,9 seg. necessários com o antigo bloco 1.0 de três cilindros de 72 cv. Mais importante do que isso, o novo Aygo X passa a anunciar uma média de consumos de 3,2 l/100 km (WLTP) – o valor mais baixo na Europa para modelos “não plug-in” – e emissões de CO2 de 86 g/km. Além da saída da gama do motor “mil”, o Aygo X deixa de contar com caixa manual, beneficiando de uma CVT de série.
Por dentro, as mudanças são subtis, mas já existe um pequeno painel de instrumentos digital, em vez de um conta-rotações e de um velocímetro analógicos. Nota ainda para as duas tomadas USB-C por baixo do painel que regula a climatização. Existem também novos botões no volante para os sistemas que avisam o limite de velocidade e de saída de faixa, bem como um sensor infravermelho na coluna de direção que permite avaliar a atenção do condutor. A marca japonesa apostou também em mais material de insonorização no tablier e debaixo do capot, e o capot foi reconfigurado para uma condução mais refinada. As versões mais equipadas trazem ainda mais material de insonorização e vidros mais grossos.
A juntar aos modelos convencionais, há um novo nível GR Sport, com aspeto mais desportivo, mas também com uma afinação mais firme do chassis e uma direção mais responsiva.










