O elétrico traz um visual mais “afiado”, uma bateria maior e efetua carregamentos mais rápidos.
Após quatro anos no mercado, a Renault resolveu atualizar o Mégane E-Tech Electric. Visualmente, existem novidades importantes, com a introdução de uma frente totalmente retrabalhada, sobretudo o novo para-choques, grelha e faróis. O elétrico recebe, no fundo, a mesma face do Captur e do Symbioz. A isso junta umas novas jantes e a nova cor exterior Satin Blue. Relevante é também a nova bateria LFP, que passa de 60 a 67 kWh de capacidade, subindo o alcance de 459 para 499 km WLTP. Além disso, aumenta o pico de carga DC até 165 kW, possibilitando encher de 15 a 80% dos carregamentos em cerca de 24 minutos. O modelo de tração dianteira mantem o mesmo sistema propulsor formado por um único motor de 220 cv/160 kW e 300 Nm. A bateria maior torna-o, contudo, mais lento, cumprindo agora os 0-100 km/h em 7,6 segundos (mais 0,1 segundos do que antes). Os engenheiros mudaram também a parametrização da suspensão e da direção, para compensar a utilização de uma bateria maior.
Por dentro, existem igualmente mudanças a registar, com a inclusão de um novo software na dupla de ecrãs. Agora há Google Gemini no sistema OpenR Link, com acesso a download de mais de 100 apps, bem como uma nova função de reconhecimento do condutor, que carrega automaticamente as configurações pré-definidas de quem se senta atrás do volante.
A gama foi simplificada, cingindo-se às versões Techno e Esprit Alpine, ambas enriquecidas ao nível do equipamento de série.









