Mercedes-Benz prepara ofensiva de híbridos Plug-in

Gama Mercedes-Benz Classe A será "eletrificada" em breve

Da linha de modelos EQ fará parte um novo Classe A PHEV.

A Mercedes-Benz anunciou o investimento de 10 mil milhões de euros numa nova gama de modelos elétricos e híbridos Plug-in da família EQ. Esta ofensiva de “eletrificação” da marca alemã terá uma especial incidência de lançamentos já a partir deste ano, sejam elas com base num motor térmico a gasolina ou Diesel. Até ao final do ano, a Mercedes-Benz pretende ter dez modelos PHEV à venda, incluindo um GLE e um GLC. A juntar a isso, além das versões híbridas Plug-in a gasolina das gamas Classe C, Classe E e Classe S (que em breve também terá uma versão elétrica), apoiadas num motor elétrico de 123 cv, com uma autonomia em modo elétrico de 50 km, uma das principais apostas será o Classe A EQ Boost, previsto para 2020. O compacto Classe A híbrido Plug-in, concorrente do Audi A3 e-tron, é feito com base no novo motor 1.3 de quatro cilindros turbo a gasolina apoiado num motor elétrico de 90 cv – que também será aposta no novo Classe B e no próximo SUV GLB.

Até ao final do próximo ano, o objetivo é ter 20 modelos híbridos Plug-in. Contudo, a plano é mais vasto: chegar a 2022 com toda a gama “eletrificada”, com mais de 130 modelos entres os selos EQ Power (para híbridos Plug-in), EQ Boost (para híbridos convencionais, sem ligação à tomada, apoiados num sistema elétrico de 48V) ou simplesmente EQ (100% elétricos). Os responsáveis da Mercedes-Benz acreditam que os PHEV e EV podem vir a representar 40% das vendas (dividindo-se entre 15 e 25% em elétricos) da marca em 2025. Uma das vantagens das novas plataformas da marca de Estugarda é a possibilidade de permitir a produção de um elétrico na mesma linha das versões com motores a combustão.

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