União Europeia poderá voltar a restringir as emissões de CO2

União Europeia poderá percipitar o fim dos motores a combustão antes do esperado

A redução anteriormente estipulada nos 40% até 2030 deverá ser aumentada para os 55%.

O estabelecimento de normas rigorosas por parte da União Europeia para a redução das emissões de dióxido de carbono é um dos temas que mais preocupa o futuro da indústria automóvel. Eis que agora, segundo a Reuters, as medidas estipuladas deverão sofrer alterações que irão forçar os construtores a tornarem-se ecológicos mais rapidamente.

Até ao momento, o plano europeu determinava a redução das emissões de CO2 em 40% até 2030, tendo como referência os valores de 1990. Contudo, a Comissão Europeia está a preparar uma proposta que irá sugerir uma alteração na redução das emissões de CO2 em 55% no mesmo período. Os especialistas alegam que a medida é estritamente necessária para se atingir as metas determinadas em 2050 que dão conta de uma redução total.

De recordar que as diretrizes atuais fixam a média de emissões da gama em torno dos 95 gramas de CO2/km, valor que seria reduzido em 37,5% até 2030 tendo como referência os valores de 2021. Porém, a nova legislação determinará um decréscimo de 50% no mesmo intervalo de tempo. Isso significará que a média de emissões da gama terá de descer até aos 50 gramas de CO2/km em 2030, um valor que provavelmente só conseguirá ser alcançado com modelos exclusivamente elétricos ou híbridos. Será o fim dos motores a combustão interna? Apenas o futuro dirá.

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