Mazda CX-3 deixará de ser produzido no fim do ano

Mazda CX-3

O SUV do segmento B não terá substituto direto.

No final do ano, a Mazda vai deixar de produzir o CX-3. Segundo o Autokatalog, que cita responsáveis da comunicação da marca japonesa na Polónia, o SUV do segmento B, que foi lançado há sete anos e que foi alvo de uma renovação em 2020, não terá sucessor direto, por motivos estratégicos.

Concretamente o CX-3, com 4,27 metros de comprimento, não terá um substituto direto previsto para solo europeu, sendo que o maior CX-30, com 4,39 metros de comprimento, a passar a assumir a função de SUV de acesso à gama da Mazda no nosso território. Noutro sentido, a Mazda propõe ainda um modelo 100% elétrico com as mesmas dimensões, o MX-30, com os mesmos 4,39 m. Os SUV são, aliás, o grande foco da marca japonesa, que há poucas semanas definiu cinco novos modelos a lançar nos próximos anos: o CX-60 e o CX-80 para a Europa e o CX-50, o CX-70 e o CX-90 para outros mercados mundiais. Face a esta nova política de substituir os modelos de um dígito por outros com dois, o mais provável é que o CX-5, que termina o seu ciclo de vida em 2023, tenha como sucessor direto o já referido CX-60. Com efeito, a aposta em modelos de maiores dimensões é indício claro de um reposicionamento da Mazda a uma escala mundial.

Produzido em Hiroshima (no Japão), o CX-3 teve a sua melhor prestação comercial no Velho Continente em 2019, com 61.962 unidades vendidas.

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