O coupé passa a contar com vários elementos em fibra de carbono, novos turbos e componentes forjados no motor.
A Manhart pegou num BMW M4 CSL G82 e tornou-o bem mais extremo, atirando o coupé para os patamares de um hipercarro. Chamou-lhe MH4 900 e, tal como o nome sugere, a sua principal mudança reside no motor, uma vez que o 3.0 de seis cilindros em linha biturbo S58 passou a debitar 922 cv e 1190 Nm, quase o dobro dos 550 cv e 649 Nm de fábrica.
Isso foi possível devido à utilização de uns turbos maiores, de um intercooler de maior capacidade, pistões e bielas forjadas, além de um sistema de admissão em fibra de carbono, acompanhados de uma reprogramação. Nota ainda para o novo sistema de escape em aço inoxidável com válvulas ajustáveis, para as novas ponteiras de escape de 110 mm com revestimento em fibra de carbono. A caixa de velocidades de oito velocidades também foi reconfigurada de modo a conseguir lidar com o novo patamar de potência. As prestações não foram anunciadas, mas estima-se que o tempo de 0 a 100 km/h deverá andar na casa dos 2 segundos.
O preparador alemão optou por adicionar ao conjunto umas molas H&R, jantes em preto mate de 20 polegadas à frente e 21 polegadas atrás, além de pneus de medida 285/30 e 305/25, respetivamente. Visualmente, realce para o novo lábio dianteiro, novos filamentos aerodinâmicos, saias laterais em fibra de carbono, spoiler traseiro maior e um difusor em fibra de carbono. Há ainda a baía do motor em fibra de carbono e bacquets em fibra de carbono.















