Renault oferece portagens à borla a clientes do Zoe

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Fabricante francês apresentou plano no qual reforça o incentivo ao abate e que contempla a instalação de 60 postos de carregamento públicos.

A Renault apresentou hoje o Eco-Plan, um programa composto por cinco iniciativas a adotar este ano no mercado nacional. O fabricante francês assumiu o papel de renovar o parque automóvel do nosso país – o mais envelhecido da EU. O pilar principal desta iniciativa é o elétrico Zoe (na imagem, que foi o quinto modelo mais vendido da marca em Portugal em 2019 – com 968 unidades matriculadas). Um dos vetores do novo plano estratégico chama-se Eco Abate e implica incentivar o abate de modelos com mais de 12 anos com um desconto na compra um modelo novo da Renault para clientes particulares no decurso de 2020. No caso do Zoe, o desconto é de 3 mil euros. Se for um híbrido o valor é de 2 mil euros. Na compra de um Diesel o desconto é de 1750 euros. Para os GPL, o acerto é de 1250 euros e, por fim, nos gasolina é de mil euros. A gama Dacia também tem incentivos neste plano de abate, com descontos de 800 euros nos Diesel, de 600 euros nos GPL e de 450 euros nos gasolina. Nota que todos estes valores poderão mudar de acordo com o segmento do carro em questão. Qualquer um destes descontos é acumulável com outras campanhas, como por exemplo, o Classe Zero. Exclusivo para os cerca de 250 clientes particulares proprietários do elétrico Zoe em solo nacional desde que o modelo foi lançado, esta plano prevê a oferta de uma Via Verde com um carregamento de 200 euros.

A marca francesa apresentou ainda o Eco Charge, que contempla a utilização da rede de concessionários da marca francesa para carregar carros elétricos. Assim, durante este ano haverá 42 centros Expert ZE (de venda e reparação – sem intervenção na bateria) aptos a receber carregamentos. Além disso, a Renault inaugurará 60 postos de carregamento público (alguns com 22 kW e outros com 43 kW) por todo o país. Nota ainda para o Eco Tour, um roadshow por 13 cidades, com a ideia de desmistificar os elétricos junto de clientes particulares. Esta iniciativa inclui ainda workshops com profissionais (cujas vendas representam ¾). Por fim, o último pilar deste plano, é o Eco Mobility, que prevê a promoção de novos produtos financeiros (mediante um aluguer operacional ou renting), como alternativa à aquisição da viatura.

A Renault aproveitou ainda para anunciar os resultados das vendas em solo luso, onde é líder há 22 anos consecutivos. Em 2019, o construtor francês obteve 14,11% de quota de mercado no segmento de ligeiros de passageiros e comerciais, com 37.007 unidades comercializadas – uma ligeira quebra face aos 14,8% obtidos no ano anterior. O Clio continuou a ser modelo mais vendido no nosso país pelo sétimo ano consecutivo, com 10.649 unidades. Seguiu-se o Captur, o terceiro mais vendido em Portugal, com 7370 unidades.

Já a Dacia, com 6.851 carros, obteve uma quota de mercado de 2,61% – uma evolução face aos 2,56% obtidos anteriormente -, tendo sido o segundo melhor ano da marca desde que foi lançada em Portugal. Junto dos clientes particulares, a marca romena está presente no top 5, sendo que o próximo passo será crescer junto das frotas. Ao todo, o grupo Renault obteve 16,72% de quota de mercado e nos últimos três anos obteve os seus melhores resultados de sempre.

O grupo tem o objetivo de terminar 2020 com 10% das vendas apoiadas em modelos “eletrificados”. Na segunda imagem, é possível também ver o plano de lançamentos do grupo francês para este ano, que inclui, entre outros, o facelift do Mégane e do Talisman, um novo modelo elétrico da Renault e um novo Dacia.

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