Numa criação única chamada “The Beast”, a Value Progress manteve os préstimos do motor original V12 naturalmente aspirado.
Os japoneses da Value Progress pegaram num Diablo e converteram-no no “The Beast”. Este exemplar único “radical” e “cartoonesco” foi inspirado na cultura Bōsōzoku. Para o efeito, não se mantem nenhum painel de carroçaria original, com exceção do para-brisas dianteiro. O que se vê são várias entradas de ar e muitos apêndices aerodinâmicos. A frente foi alongada e traz um nariz pontiagudo que mais parece um bico de uma ave. A isso juntam-se uns faróis dispostos na vertical, uma luzes de nevoeiro colocadas por cima, um capot ventilado e uma divisória dianteira sobredimensionada. A traseira é tão ou mais exagerada, tendo uns guarda-lamas alargados com textura tipo origami e que apontam para uma enorme asa traseira ligada ao tejadilho através de uma barbatana central. Muitos destes elementos parecem remeter, de forma algo rebuscada, é certo, para um Lamborghini Veneno. A traseira e o difusor têm ainda várias barbatanas decorativas. Por fim, nota para os oito farolins traseiros redondos e para as quatro ponteiras de escape montadas ao alto.
O “The Beast” é 570 mm mais comprido que o Diablo e 360 mm mais largo, chegando aos 5030 mm de comprimento e 2400 mm de largura. O toque final é a cor Italian Red com detalhes em Dark Gray e Purple. Esta criação traz jantes novas de 19 polegadas à frente e de 20 polegadas atrás. Debaixo do capot permanece o motor original V12 5.7 naturalmente aspirado de colocação central que surge acoplado a uma caixa manual. Não se sabe se qual é o débito de potência, mas o bloco do Diablo teve versões entre 485 e 603 cv. Desconhece-se se houve algum tipo de mudança ao nível do chassis, embora o preparador fale numa “suspensão de primeira classe”.
Esta criação ousada estreou recentemente no Osaka Auto Messe, no Japão. Para já, não foi revelado se o carro estará à venda ou se estará habilitado a circular na estrada, após todas as alterações operadas.









