FIA e F1 vão adotar combustível sintético a partir de 2025

F1

Novo combustível pretende reduzir emissões de CO2 em 65%.

No ano passado, a FIA anunciou que iria utilizar biocombustível E10 (com 10% de etanol renovável) na Fórmula 1 a partir de 2022. Mas, entretanto, a entidade responsável pela organização da competição mais mediática do desporto automóvel já decidiu que pretende alargar as medidas que visam reduzir a sua pegada carbónica. Assim, a partir de 2025 serão utilizados combustíveis sintéticos. Estes serão desenvolvidos de uma união de esforços entre fabricantes e petrolíferas. Este passo poderá ser decisivo para que a F1 atinja a neutralidade carbónica até 2030. Seguir-se-ão alterações nas infraestruturas e do plano logístico.

A abordagem da F1 face aos “e-fuels” segue a mesma adotada pela Porsche que adotará este tipo de combustível nos seus troféus monomarca. Estes combustíveis serão fabricantes com técnicas que incorporam métodos de extração do carbono, resíduos urbanos ou biomassa na sua produção, compensando parte do carbono emitido durante a queima de combustível. Os responsáveis da F1 estimam que este combustível poderá reduzir as emissões de CO2 até 65%.

A adoção deste novo combustível mais sustentável não implicará alterações no motor, além de ser compatível com nível de octanas.

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