Depois da dupla Monza SP1/SP2 e do Daytona SP3, o próximo modelo Icona poderá recuperar o espírito daquele que é considerado um dos melhores produtos de sempre de Maranello.
A linha de modelos Icona pretende recuperar lendas do passado. Tudo começou com a dupla de barchettas “open-top” de motor V12 Monza SP1 e SP2 (limitados a 499 unidades), tendo-se seguido o Daytona SP3 (limitado a 599 exemplares, acima de um milhão de euros cada), uma homenagem a um protótipo de corridas da década de 1960. Agora, para o SP4, segundo a Top Gear, a Ferrari fará um tributo ao F40.
Basicamente, é de esperar que esta reinterpretação adote tecnologia e alguns elementos visuais modernos. Estima-se que a produção será num número igualmente restrito de cópias, e com um preço elevado. Se o SP1 e o SP2 eram feitos com base num chassis e motor do 812 Superfast e o SP3 tinha como ponto de partida um LaFerrari, embora sem componentes do sistema híbrido, este SP4 (nas imagens, “renders” digitais da autoria de Andrei Avarvarii) deverá ter um chassis em fibra de carbono e um motor V8 4.0 biturbo herdado do SF90.
Estes modelos Icona são altamente rentáveis para a Ferrari, uma vez que utilizam componentes já existentes e são baratos de desenvolver, comparativamente com uma criação de raiz. Como a sua produção é limitada, os clientes estão dispostos a pagar ainda mais do que o habitual para ter um exemplar. Além disso, para entrar na lista de espera por um destes modelos é necessário já ser um cliente antigo da marca de Maranello.

