Novo Bentley Flying Spur atinge 333 km/h

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A geração mais tecnológica de sempre da berlina de luxo tem 635 cv.

A Bentley revelou a nova geração do Flying Spur, o seu modelo de topo que estará disponível para encomenda a partir do outono sendo que as primeiras entregas estão previstas para o início de 2020. O construtor britânico optou pela evolução na continuidade, num modelo que partilha a sua plataforma com o novo Continental GT. Este grand touring simultaneamente luxuoso e desportivo prima sobretudo pela sua evolução tecnológica. O chassis, totalmente novo, é feito em aço de alta resistência, alumínio e plástico reforçado a fibra de carbono, acrescentando ainda barras anti-aproximação ativas com um sistema elétrico de 48V. Entre as novidades tecnológicas, destaque para o sistema de quatro rodas direcionais de acionamento eletrónico, uma estreia em modelos da Bentley. Este combina o sistema de tração integral ativo e o sistema Dynamic Ride, garantindo mais conforto e um comportamento de referência. Há também uma nova suspensão pneumática dotada de molas pneumáticas com três camadas (com mais 60% de ar do que antes), com a promessa de níveis de conforto ao estilo de uma limusine clássica e um controlo dos movimentos da carroçaria alinhados com um desportivo. Os discos de travão dianteiros são de 420 mm de diâmetro. A berlina inclui de série sistemas de assistência à condução como o Traffic Assist (de condução semiautónoma), assistente em cidade e aviso de ângulo morto.

O novo Bentley Flying Spur conta com um motor W12 6.0 biturbo com 635 cv e 900 Nm, acoplado a uma caixa automática de oito velocidades ZF com conversor de binário. Anuncia 0-100 km/h em 3,8 segundos e uma velocidade máxima de 333 km/h (em vez de 4,5 seg. e 325 km/h do modelo anterior). A distribuição de peso melhorou face ao antecessor, devido ao adiantamento da posição do eixo dianteiro, o que contribui para uma melhor precisão, comportamento e equilíbrio. O novo sistema de tração integral ativo permite circular em condições normais como um tração traseira, repartindo o binário na proporção 60:40 com o eixo dianteiro sempre que houver perda de aderência. Segundo o fabricante, este sistema elimina virtualmente o efeito de subviragem. A distância entre eixos de 3194 mm é 130 mm superior face ao antecessor, o que reforça ainda mais a sensação de espaço interior. Entre os detalhes estéticos destaque para os arcos das rodas mais pronunciados, jantes de 21 polegadas com novo desenho (ou Mulliner de 22”), faróis LED Matrix com efeito de cristal e molduras cromadas e farolins em LED com assinatura em forma de B. No topo do capot está o novo símbolo retrátil e iluminado Flying B. O Flying Spur tem 5,32 m de comprimento, mais 3 cm do que antes. O novo modelo está disponível para encomenda em 17 cores exteriores e 15 no interior.

O habitáculo é similar ao do Continental GT, incluindo um comando rotativo na consola central com um sistema de infotainment com ecrã tátil de 12,3 polegadas com múltiplas configurações (podendo mostrar até três menus distintos de uma só vez), combinando botões analógicos (como um termómetro, bússola e cronómetro) com uma panóplia de digitalização como um ecrã tátil para os ocupantes dos lugares posteriores, instrumentação HD ou um teto panorâmico integral em vidro. Dispõe ainda de várias opções de revestimentos em madeira, bancos em couro canelado ou acolchoados da Mulliner. Outra novidade é o forro das portas em couro acolchoado tridimensional.

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