Disponível em formato berlina e carrinha, este “upgrade” do híbrido plug-in de base V6 surge enquanto ainda não se sabe como será o novo E63.
A Brabus trouxe a jogo uma preparação do Mercedes-AMG E53 (feito com base num motor 3.0 de seis cilindros) numa altura em que ainda não se sabe como será o próximo E63 – e já lá vão dois anos desde o lançamento na nova geração do Classe E (W214). A verdade é que o CEO, Ola Källenius, já disse que não será um V8 como dantes, mas muitos vaticinam que dificilmente a solução passe por um “downsizing” para um quatro cilindros como sucedeu no “polémico” C63.
Quem aproveita esta indecisão é a Brabus que avança com um E53 mais “musculado”, disponível no formato berlina e carrinha. Este híbrido plug-in traz uma nova ECU, que introduz uma reprogramação e aumenta a pressão do turbo, permitindo assim passar dos 612 cv e 750 Nm de fábrica para uns mais generosos 700 cv e 850 Nm (em overboost, com o modo Race Start acionado). Isso permite melhorar as prestações de 0 a 100 km/h de 3,8 para 3,6 segundos na berlina (ou 3,7 seg. na carrinha) – valores dignos de um supercarro. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 280 km/h. Visualmente, destaque para o novo lábio dianteiro e para as novas saias laterais, para o contorno adicional da grelha e para as novas entradas de ar na dianteira. Realce igualmente para o difusor traseiro pronunciado, que no caso da berlina inclui um spoiler em fibra de carbono. Existem novas jantes forjadas com cinco desenhos diferentes à escolha. As molas ajustáveis permitem baixar a altura ao solo entre 15 e 30 mm.
A Brabus propõe três anos de garantia ou 100 mil km de garantia em todos os seus componentes.










