Franceses deixarão de produzir motores para a categoria rainha do desporto motorizado no final do próximo ano.
O grupo Renault não continuará na “nova” Fórmula 1, que arrancará em 2026 com novos regulamentos. No entanto, a Alpine continuará na competição, embora na condição de “equipa-cliente”, passando a utilizar motores da Mercedes nos seus monolugares.
A saída do grupo francês da competição automobilística mais mediática do mundo permitirá concentrar os esforços (financeiros e recursos humanos) na principal categoria LMDh do WEC, com a Alpine, projeto no qual conta com a colaboração da Signatech e da Mecachrome – sendo que até já alcançou a sua primeira presença no pódio. Além disso, esta opção permitirá preparar da melhor forma o programa do Dakar com a Dacia, que conta com a colaboração da Prodrive e no qual contará com pilotos experientes tais como Sébastien Loeb, Nasser Al-Attiyah e Cristina Gutiérrez. A decisão de abandonar a produção de motores para a F1 possibilitará ainda a criação de um centro de excelência Hypertech Alpine em Viry- Châtillon, que será a nova morada de todos os que até aqui estiveram ligados ao projeto F1.
Além de ser o quartel-general dos outros programas desportivos do grupo, nestas instalações serão desenvolvidas novas tecnologias.