Os futuros modelos prometem focar-se na performance e no conforto a bordo.
A BMW assumiu oficialmente o controlo absoluto da Alpina, uma empresa já com 60 anos de história que tem ganho notoriedade por criar versões modificadas de modelos da marca bávara. Agora com o estatuto de submarca, a BMW Alpina junta-se assim ao portfólio do grupo sediado em Munique, do qual fazem parte também a Mini e a Rolls-Royce. As criações da BMW Alpina serão focadas num equilíbrio entre performance e conforto a bordo, sendo que o designer será Max Missoni (ex-Polestar). O objetivo será precisamente um equilíbrio que evite uma canibalização com os modelos com selo BMW M. A BMW Alpine terá como prioridade a personalização, apostando em materiais de elevada qualidade e num trabalho artesanal.
A Alpina tem vindo a centrar o seu trabalho em versões aprimoradas de modelos já existentes da BMW, acrescentando detalhes exteriores, no interior, mas também ao nível do chassis e de performance. A sua última criação foi o B8 GT, feito no já descontinuado Série 8 Gran Coupé. Estima-se que o percurso da BMW Alpina seguirá um rumo semelhante, apostando em variantes do próximo X7 e no seu “irmão” elétrico iX7, cuja potência poderá rondará os 900 cv. Segundo o BMW, a caminho está ainda uma berlina de alta performance na senda do já descontinuado Alpina B7. Esse modelo evoluirá a partir do facelift do Série 7 (G70) a lançar em meados deste ano. Contudo, existe a possibilidade de a variante Alpina poder vir a receber o nome de código próprio (G72), com direito a mudanças mais substanciais do que o habitual a nível estético e mecânico. No que toca aos motores, os BMW Alpina terão tanto versões a combustão como elétricas.