Bugatti Divo “Ladybug” demorou dois anos a fazer

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O exemplar único possui um esquema em dois tons, com padrão “joaninha”, extremamente complexo.

Como bom fabricante de modelos altamente exclusivos, a Bugatti tem de dar resposta aos pedidos mais extravagantes dos seus clientes. É o caso deste Divo encomendado por um cliente norte-americano que pediu expressamente um padrão exterior a invocar as pintas de uma joaninha – que ao início a marca de Molsheim julgou não ser capaz de executar. Este Divo único, carinhosamente chamado “Ladybug” (joaninha), possui um padrão geométrico com um efeito de desvanecimento algorítmico. Apenas para definir como implementar a referida sequência nas curvas complexas da carroçaria, sem distorcer os diamantes que foram utilizados como padrão (em vez de pintas), a Bugatti necessitou de meio ano de trabalho – recorrendo para o efeito a simulações por computador.

Ao todo foram utilizados 1600 “diamantes” na carroçaria. A cor principal chama-se Customer Special Red, que conta com um tom de Graphite contrastante. No interior foi utilizado o mesmo esquema de cores do exterior. Ao todo, a Bugatti precisou de cerca de dois anos de trabalho (minucioso) para concluir o processo de produção do carro. Só para pintar o carro foram necessárias mais de duas semanas.

O Divo é limitado a 40 unidades, tendo um preço base de 5 milhões de euros, antes de acionar os opcionais. A marca não revelou quanto custou este Divo Ladybug. O motor do hipercarro de dois lugares é um W16 8.0 quad-turbo com 1500 cv que é capaz de atingir uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 380 km/h.

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